
Nome Científico: Anacardium occidentale
Nome Família: Anacardiáceas
O caju é originário do litoral nordestino brasileiro. Foi introduzido pelos portugueses durante as grandes navegações, em Cabo Verde, e daí para a África Oriental e Índia, onde ficou conhecido como manga dos Portugueses.
Considerado erroneamente como sendo a fruta do cajueiro, o caju nada mais é que o pedúnculo ou recptáculo do verdadeiro fruto da árvore: a castanha. O caju é um pequeno fruto de sabor ácido-adstringente, muito perfumado. A coloração varia do vermelho ao alaranjado e amarelo. A polpa tem consistência fibrosa e suculenta.
Curiosidade
O maior exemplar de cajueiro do mundo pode ser visto no Município de Pirangi, no Rio Grande do Norte, ocupando uma área de mais de 7.000 metros quadrados e tem 90 anos.
Quando ainda verde, o caju é chamado de maturi e é muito usado na cozinha do Nordeste no preparo de picadinhos e refogados.
Sua polpa é rica em vitamina C e fibra.
Para extrair todo suco do caju, depois de ter espremido a fruta, passe o bagaço por uma peneira.
Propriedades Nutricionais
Riquíssimo em Vitamina C, é também fonte de Betacaroteno (provitamina A), Vitamina do complexo B e dos minerais Cálcio, Magnésio, Manganês, Potássio, Fósforo e Ferro. Além disso, fornece Carboidratos e sua castanha é uma boa fonte de proteínas e gorduras.
Propriedades Medicinais
O caju fornece um potente antioxidante, Vitamina C, que também previne resfriados e ajuda na cicatrização de feridas e lesões. Além disso, auxilia na contração muscular, pelo seu conteúdo em minerais.
Valor Calórico
100 gramas de caju fornecem 36,5 calorias
Como Comprar
O caju bom para consumo deve estar bem fresco. A casca deve ter cor firme, sem manchas ou machucados.
Como Armazenar
Como é uma fruta muito fácil de estragar, deve ser consumido no mesmo dia da compra. Se estiver bem firme, pode ficar guardado na geladeira por dois dias, no máximo.
Como Preparar
A vida útil reduzida do pedúnculo do caju-polpa é de cerca de 48 horas após colheita. Esse é um dos maiores empecilhos para o consumo do caju in natura. Por isso ele é mais indicado para o preparo de sucos, bebidas, geléias e doces.
Na região Centro-Oeste, um uso típico do caju é o preparo de uma bebida chamada cajuína, um suco filtrado e cozido em banho-maria. Outra especialidade nordestina é a jeripoga, que consiste num vinho de mesa licoroso.
Há também a cajuada, nome dado no Nordeste ao suco puro ou adoçado – às vezes, é misturado com um pouco de leite e consumido depois que a aparência fica talhada e com sabor peculiar e bem agradável para a população da região.
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